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Programa Trilha Jovem abre inscrição para preenchimento de 120 vagas 14 de março de 2016

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Prazo para cadastro somente pela internet será encerrado no dia 2 de abril.

Interessados devem de 16 a 24 anos; projeto forma na área de turismo.

Do G1 PR, em Foz do Iguaçu

O Programa Trilha Jovem Iguassu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, está com inscrições abertas para o preenchimento de 120 vagas. O prazo para o cadastro, feito somente pela internet, segue até o dia 2 de abril. Os interessados em participar do projeto devem ter entre 16 e 24 anos.

A primeira etapa da seleção será a participação na palestra de esclarecimento do projeto de formação nas áreas de turismo, com especialização em atendimento, hospedagem e alimentos e bebidas.

A palestra será realizada no dia 2 de abril às 14h no Hotel Golden Park Internacional Foz. Na ocasião, os interessados deverão apresentar cópia do RG e do CPF, declaração de matrícula ou histórico escolar do ensino médio e comprovante de endereço. É importante a presença dos pais ou de um responsável.

O nome dos selecionados para a segunda fase serão publicados no dia 8 abril no site do projeto.

Entre os dias 16 e 21 de abril, os convocados passarão por uma avaliação psicológica. Os aprovados seguem então para a terceira fase, que será uma  entrevista individual marcada para entre os dias 25 e 29 de abril. O resultado será divulgado no dia 5 de maio. E, a aula inaugural está agendada para o dia 7 de maio, na Uniamérica. As aulas serão ministradas no contraturno escolar, de segunda a sexta, por cerca de cinco meses.

O Trilha Jovem é desenvolvido desde 2006 e, neste ano, pretende atingir a marca de mil participantes. Destes, cerca de metade é inserida no mercado de trabalho já após a formatura.

 

Base Nacional Curricular recebe contribuições até amanhã

Filed under: Sem categoria — José Antonio Küller @ 3:04 pm

Mariana Tokarnia – Agência Brasil – 14/03/2016 – Brasília, DF

A consulta pública para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) termina amanhã (15) e, de acordo com o Ministério da Educação (MEC), uma segunda versão do documento deverá ser concluída até o dia 15 de abril. As contribuições podem ser feitas no site da base, pela internet. Até o momento, o portal registra mais de 11,2 milhões de contribuições.

A Base Nacional Comum Curricular está prevista em lei, no Plano Nacional de Educação, e vai fixar conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada etapa da educação básica, da educação infantil ao ensino médio. A expectativa é de que o documento fique pronto até junho deste ano. A intenção é que os conteúdos definidos na base ocupem cerca de 60% da carga horária dos estudantes da educação básica. No restante do tempo, as redes de ensino poderão definir o que ofertar – desde conteúdos regionais e atividades extras à formação técnica, por exemplo.

O MEC divulgou na semana passada todos os relatórios analíticos dos dados das contribuições recebidas entre 26 de setembro e 15 de dezembro de 2015. Entre as contribuições que pediam a inclusão de novos objetivos de apredizagem, a maior parte delas foi feita para o ensino fundamental, 73,7%, e para a área de linguagens, 36,4%.

O documento inicial, que está disponível para consulta pública, foi elaborado por um grupo de especialistas, que incluiam professores tanto do ensino superior quanto do básico. Desde que foi divulgado, o documento recebeu diversas críticas, entre elas a de que é necessária maior clareza.

Para o Movimento pela Base Nacional Comum, grupo não governamental de profissionais e pesquisadores de educação que atua desde 2013 para a construção de uma base de qualidade, a discussão é positiva. `O movimento comemora o fato de o Brasil ter superado a fase de discutir se precisa ou não ter uma base. Agora, entramos na discussão de que base é essa`, diz documento divulgado pelo grupo com sugestões de alteração para a BNCC.

De acordo com o MEC, responsável por coordenar o processo de elaboração da base, depois de passar por consulta pública, ser revisado a partir das contribuições da população brasileira e de pareceres de leitores críticos e associações científicas, além de ser avaliado por estados e municípios, o texto final seguirá para o Conselho Nacional de Educação. Depois, volta para o MEC para ser homologado.

 

 
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