Germinal – Educação e Trabalho

Soluções criativas em Educação, Educação Profissional e Gestão do Conhecimento

Mais sobre arquitetura escolar 17 de setembro de 2011

O meu primeiro artigo sobre as relações entre arquitetura e educação: Arquitetura escolar e aprendizagem criativa foi escrito a partir de um comentário em um post de meu amigo Jarbas Novelino Barato, no Boteco Escola.

É o artigo mais acessado do blog. Em função dele, alguns arquitetos têm feito contato comigo e outros têm feito comentários no Germinal – Cultura e Trabalho. Foi o caso de Isabella Carvalho, Arquiteta e Urbanista, Engenheira de Segurança do Trabalho e Mestranda do Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil – PPGEC / UFPa. 

Na nossa conversa no blog e por e.mail ela me contou que tinha alguns trabalhos sobre arquitetura e educação ainda não publicados. Mostrei interesse em conhecer e publicar os seus trabalhos. Recebi como resposta:

Bom, quanto ao meu material, possuo um trabalho de conclusao de curso (de 2009), em que faço uma abrangente relaçao entre arquitetura, educação, psicologia e meio ambiente – e a ligação íntima entre todas essas ciências para a contribuição de um espaço escolar de qualidade para a produção dos alunos de educação básica. Enfim, foi um trabalho bem interdisciplinar.

Tambem tenho artigos montados (falando de escolas daqui de Belém, e de outras do Brasil). Mas infelizmente nenhum deles eu publiquei, tenho apenas no meu acervo pessoal. Quem sabe um dia ainda mando para publicações..

Um fala sobre “Arquitetura escolar em Belém: aspectos projetuais e históricos”, com diversas fotos de escolas paraenses que tive a oportunidade de visitar, utilizadas como estudos de caso. Um outro sobre “Linha Histórica da Arquitetura Escolar do Brasil”, em que eu discuto como foi o desenvolvimento projetual de escolas de educação basica ao longo da historia no nosso país. E um terceiro, sobre “Estratégias Projetuais para prédios escolares: sustentabilidade do ambiente construído”, abordando a composição de ambientes com a preocupação com o meio ambiente.

De repente, posso estar disponibilizando a você, se for de interesse. Para postagem, ou para conhecimento.
Tenho um grande acervo também, formando com um ano de pesquisa sobre o assunto, mas o material mais completo mesmo é produto do meu TCC. E no final do trabalho, elaborei um projeto arquitetônico de uma escola de ensino infantil e fundamental (apenas a nivel de trabalho, nao foi executado), para a cidade de Belém

Bem, mantemos contato.

Att.,

Já recebi dois textos de Isabella  para publicação. O primeiro, LINHA HISTÓRICA DA ARQUITETURA ESCOLAR DO BRASILjá está está disponível em páginas. Se você se interessa pelo assunto, clique no link anterior ou aqui.

 

Trilha Jovem encerra atividades em grande estilo 20 de fevereiro de 2009

 

O blog do Maurício Araya publicou em 18/02/2009, a seguinte notícia:

 

 

São Luís – Foi encerrado na noite de ontem (17), em uma grande cerimônia, o projeto Trilha Jovem,  executado pela Faculdade São Luís em parceria com o Instituto de Hospitalidade. O projeto capacitou 173 jovens de 16 a 24 anos para atuar no desenvolvimento do Turismo.

 

Leia o que já foi publicado

 

Durante a manhã, empresários puderam observar o desempenho, competências e habilidades dos jovens participantes do projeto. À noite, a emoção contagiou pais e familiares, que comemoraram junto aos alunos a conquista de mais uma etapa concluída.

 

O evento contou com a participação do secretário de Turismo de São Luís, Liviomar Macatrão; da coordenadora pedagógica nacional do projeto Trilha Jovem, professora Gleide Macedo; do assessor de Planejamento e Execução da Faculdade São Luís, professor Reis Rocha; e do diretor geral da Faculdade São Luís, Geraldo Siqueira.

 

“O Trilha Jovem é um projeto de extrema importância para o jovem de São Luís se engajar no campo turístico. E a Secretaria de Turismo tende a oferecer trabalho a esses egressos capacitados pelo programa”, ressaltou o secretário de Turismo do município, Liviomar Macatrão.

 

“A Faculdade São Luís fica satisfeita em ter contribuído para o desenvolvimento dos alunos, e, principalmente, em poder vê-los colocando em prática os ensinamentos vistos em sala de aula durante os últimos cinco meses”, declarou o diretor geral da Faculdade São Luís, Geraldo Siqueira.

 

O Trilha Jovem conta com o apoio do Ministério do Turismo, Instituto Ibi, Counterpart International, com recursos da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e do programa Entra21, uma iniciativa da Fundação Internacional da Juventude (IYF) e do Fumin – Fundo Multilateral de Investimentos, administrado pelo BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento.

.

 

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 

Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 

A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

 

 

 

Plano de Vida e carreira 26 de setembro de 2008

 

Esta é uma amostra do trabalho desenvolvido para o Trilha Jovem. A primeira versão do Projeto Trilha Jovem derivou de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia. Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações. Depois, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual. A Germinal também contribuiu nesse trabalho. Por fim, a partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou as Referências para a Ação Docente, que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. Para mais informações sobre o Trilha Jovem, clique aqui.

 

O texto a seguir é a referência para a ação docente no desenvolvimento de uma das Sessões de Aprendizagem do Plano de Vida e Carreira, projeto articulador do Eixo III – Construir um Plano de Vida e Careira – do Projeto Trilha Jovem. O excerto foi retirado das Referências para a Ação Docente, desenvolvidas pela Germinal e publicadas pelo Instituto de Hospitalidade. O texto não foi originalmente editado da forma como é apresentado aqui. Ele constitui apenas uma amostra do trabalho da Germinal na formatação de programas de educação básica para o trabalho.

 

Dois textos já publicados aqui no blog fundamentam a escolha do conteúdo e e a opção metodológica utilizada na aula apresentada e na unidade didática Projeto de Vida e Carreira. Para acessar o texto Reflexões em torno de uma Oficina de Apresentação Pessoal, clique aqui. Para acesso ao texto Como trabalhar metodologias na educação profissional, clique aqui.

 

 

Plano de Vida e Carreira

Sessão 1/7

Competências

Situação de Aprendizagem

Recursos

Tempo

 

Reconhecer os próprios valores e/ou pontos fortes.

 

Manter a auto-estima, ampliando continuamente qualidades e potencialidades.

 

1. Cenário e aquecimento.

TV, vídeo, câmera. Retroprojetor e transparência. Espelhos, caixa de papelão e cartazes. Som e música suave.

 

5’

2. A estética de si.

Texto de apoio. Câmera, vídeo e TV.

70’

3. Definindo estilo.

 

30’

4. Apresentação individual 1.

Som e música do jovem.

5’

INTERVALO

15’

5. Apresentação individual 2.

Som e música do jovem.

5’

6. Qual é o meu estilo de vida?

DVD, vídeo e Câmera de vídeo.

60’

 

7. Plano de Vida e Carreira.

Folhas de papel colorido A4. Capas de acetato transparente.

45’

8. Apresentação individual 3.

Som e música do jovem.

5’

         

 

Objetivos

1.      Promover a integração do grupo sob o tema Plano de Vida e Carreira.

2.      Mobilizar o grupo para a elaboração de um Plano de Vida e Carreira.

3.      Estabelecer a referência básica sobre a qual os planos serão construídos (estética de si).

4.      Iniciar o processo de autoconhecimento dos participantes.

5.      Apresentar uma proposta de projeto e aprimorá-la com a contribuição dos jovens.

 

 

 Descrição das situações de aprendizagem

 

1. Cenário e aquecimento

Antes do início e da entrada dos participantes, reduza a luz da sala, se possível. Coloque um fundo musical suave e que induza à reflexão (Adágio, de Abinoni, por exemplo. Ver uma gravação disponível em: KARAJAM, V.H. Karajan Forever. Hamburgo, Deutsche Grammophon, 2003.) Projete numa das paredes da sala o poema “Traduzir-se”, de Ferreira Gullar.

 

Free pictures - fog, trees, nature picture, by coba
Free pictures – fog, trees, nature picture, by coba

Texto de Apoio: Traduzir-se

 Uma parte de mim
 é todo mundo:
 outra parte é ninguém:
 fundo sem fundo.

 Uma parte de mim
 é multidão:
 outra parte estranheza
 e solidão.

 Uma parte de mim
 pesa, pondera:
 outra parte
 delira.

 Uma parte de mim
 almoça e janta:
 outra parte
 se espanta.

 Uma parte de mim
 é permanente:
 outra parte
 se sabe de repente.

 Uma parte de mim
 é só vertigem:
 outra parte,
 linguagem.

 Traduzir uma parte
 na outra parte
 – que é uma questão
 de vida ou morte –
 será arte?

Ferreira Gullar

 

 

 

Nas demais paredes, fixe espelhos de diversos tamanhos e em diferentes alturas, na maior quantidade possível.

Tiny Blue Opening in White Wall, Kazuya Akimoto Art Museum

 

Se não for possível conseguir espelhos de outra forma, pode-se solicitar aos jovens, também na aula 6/7 da oficina de Empreendedorismo (Eixo II), que tragam um espelho de suas casas, neste dia.  Se for difícil fixar os espelhos na parede, outras alternativas de distribuição dos espelhos pela sala podem ser experimentadas.    

 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

Se possível, coloque uma câmara de vídeo, ligada e bem visível, repousando sobre uma mesa. O uso da câmera de vídeo enriquece a dinâmica e a discussão posterior, entretanto não é essencial para esta atividade.

 

Ponha, no centro da sala, uma caixa de papelão com a tampa aberta. A caixa deve ter, no fundo, um espelho. Fixe um cartaz na caixa ou ao lado dela. No cartaz deverá estar escrito: “Aqui está a melhor solução para os desafios da sua vida e para o seu sucesso profissional”.

 

Em uma parede da sala fixe um cartaz com os dizeres: Mural das Qualidades Humanas. Por fim, arrume as cadeiras em semicírculo, em torno da caixa.

 

Com a sala pronta, 5 minutos antes do horário previsto para o início da aula, coloque-se perto da porta para receber os participantes. Peça que os jovens entrem e tomem seus lugares. Informe que a aula logo vai começar. Passados cinco minutos da hora prevista, faça a luz retornar à sua intensidade normal.

santosdecasa.blogspot.pt

santosdecasa.blogspot.com

Apresente-se rapidamente à classe. Em pé, na frente da sala, diga que você também fez o exercício solicitado a todos. Revele aquela que você considera a sua qualidade humana fundamental. De forma bem sintética, descreva o acontecimento que, durante a sua vida, mais contribuiu para o desenvolvimento dessa qualidade. Por fim, coloque para tocar a música escolhida por você.

 

 

 

 

 

 2. A estética de si

Em painel, faça a distribuição do texto de apoio “Estética de Si”. Solicite uma leitura individual do texto.

 

 

O termo “em painel” indica a situação didática em que todos estão reunidos, preferencialmente em semicírculo e acontece uma atividade ou debate aberto coordenado pelo educador.

 

 Camille Claudel, A Valsa

 

 

 

 

Texto de apoio: ESTÉTICA DE SI

Muitas vezes nos pegamos pensando no que fazer com nossas vidas, Jaime, um garoto de 15 anos, estava num desses dias. Certa vez, passeando num shopping com os amigos, ganhou um folheto que dava direito a participar de uma promoção: uma leitura de mão inteiramente gratuita por uma cigana! Na brincadeira, Jaime foi até a tenda da cigana e ouviu tudo o que ela tinha a lhe dizer sobre sua vida. Depois daquilo, de vez em quando, pegava-se pensando na história: Será que existe mesmo um destino já traçado? Se existir, isso será bom ou ruim? E se não existir, o que será que me acontecerá? O que farei com a minha vida?

Na Antigüidade Clássica, os gregos usavam uma bela imagem para dizer o ser humano: cada um de nós é semelhante a um pequeno barco que deve atravessar um oceano. Devemos realizar nossa travessia no tempo. Somos seres temporais: nascemos e vamos morrer. A consciência da morte nos remete a nossa condição temporal. A vida se constitui nesse movimento incessante que nos atravessa desde o nascimento e continuará após nossa morte. Assim, a morte deve ser entendida como um acontecimento a mais nesse movimento que é a vida.

[….] Agimos no mundo movidos pelos desejos. Nossas atividades, racionais e físicas, estão sustentadas pelo desejo de nos tornarmos seres humanos. Apropriarmos do leme de nossas vidas e realizar a travessia é realizar uma ética fundada na estética: fazer da própria vida uma obra de arte.

A nós compete a tarefa artística de instaurar na vida a beleza. Para fazer da vida uma obra de arte, é necessário assumir a mesma posição do artista: ser criador. Mas as condições existentes em nossa sociedade se impõem como adversas à criatividade. […]

 

 

 

 

 

A ética como uma estética da existência

Uma ação ética fundada na produção da beleza não pode simplesmente deixar de lado essas condições adversas. Mas também não pode e não deve sucumbir a elas. Trata-se de encarar a vida como uma matéria-prima na qual vamos imprimindo as formas, esculpindo os contornos, tal como o escultor Michelangelo em sua pedra de mármore. A vida é nosso mármore, devemos esculpi-lo, criar um estilo, uma forma de viver, um jeito de ser feliz e, assim, afirmar a beleza. Dar forma à vida é a tarefa ética que nos compete como seres humanos. Nisso exercemos nossa condição de liberdade. Somos livres para fazer de nossas vidas uma obra de arte. Instaurar a beleza com todas as suas múltiplas formas. […]

 

O estilo e a singularidade de cada um

Dar forma à vida é criar um estilo. A origem etimológica da palavra estilo atesta essa dimensão artística que estamos querendo imprimir à ética. No latim, o termo stilu designa um instrumento com ponteira de osso, de chifre, de madeira ou de metal, usado para escrever sobre a camada de cera das tábuas, e com uma extremidade em forma de espátula para anular os erros gráficos. […]

O estilo é, então, um compromisso entre as duas práticas possíveis: o uso da ponta para escrever e o uso da espátula para apagar. Um instrumento que nos possibilita escrever nossos desejos sobre a tábua áspera do mundo e também esquecer os erros e seguir adiante nessa travessia temporal. Nietzsche dizia que só o esquecimento pode nos aproximar da felicidade. Escrever é aqui entendido como a capacidade de abandonar os ressentimentos e projetar-se em direção ao desconhecido, criando o futuro com as próprias mãos.

Para transformar a vida em obra de arte é necessário agir como o artista: apoderar-se do estilo e inscrever seu desejo na matéria do mundo. Neste ponto, podemos identificar o sentido da palavra estilo, tal como é utilizada nas artes plásticas: o conjunto de elementos capazes de imprimir graus de valor às criações artísticas pelo emprego de meios apropriados de expressão, tendo em vista a produção estética. […]

Fernando Pessoa, o grande poeta da língua portuguesa, escreveu: “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Não há precisão nesta vida. Nada é certo, tudo é incerto. Então, navegar é preciso. Se as contingências desta vida se impõem como limite de nossas vontades, então, é preciso navegar. Se a vida deveria ser bem melhor do que é, então, é preciso navegar. Fazer da vida uma obra de arte é nossa direção. Alçar âncoras e navegar é a exigência ética fundamental.

 

Excertos retirados de Gallo, S. (coordenador). Ética e cidadania – Caminhos da filosofia. Campinas, Papirus Editora, 1998, p.95.

 

 
 
 
Quando cerca de 50% dos participantes já tiverem terminado, interrompa a leitura. Neste momento, a maioria dos jovens já deve estar próxima do fim do texto. Informe aos que não terminaram a leitura que não serão prejudicados. A leitura da última parte do texto vai ser retomada logo a seguir.
 
 
 

 

Dance of Life, Kazuya Akimoto Art Museum

 

 

Aumente o volume do aparelho de som. Solicite que os jovens façam uma exploração silenciosa do cenário. Peça que circulem pela sala e observem tudo. Fale para dar uma atenção especial ao poema projetado, aos espelhos e à caixa no centro do círculo de cadeiras.  Grave em vídeo a movimentação e reação dos participantes, se possível.

 

Interrompa a cena quando a concentração diminuir e as primeiras manifestações de crítica e análise da ação começarem. Estando todos novamente sentados, incentive os comentários sobre a vivência. Cada jovem deve manifestar as suas sensações ao enfrentar a experiência, especialmente em relação ao espelho no fundo da caixa. Depois deixe livre a conversa. Quando ela começar a concentrar-se em apenas alguns participantes, projete a gravação da cena.

 

Depois da projeção, promova uma rodada de falas onde a palavra é passada apenas aos que ainda não se manifestaram. Na ausência de gravação, passe diretamente para a rodada de falas. Ao término dela, inicie uma discussão orientada para uma comparação entre o poema (“Traduzir-se”) e a vivência.

 

 3. Definindo Estilo

Em painel, solicite um voluntário para fazer, em voz alta, uma leitura do primeiro parágrafo da última parte do texto “Estética de Si” (A ética como uma estética da existência). Promova uma discussão para uma exploração coletiva da compreensão desse parágrafo. Oriente a discussão não deixando que ela se desvie do tema.

 

Quando esgotada a compreensão do primeiro parágrafo, passe para a leitura do segundo, que inicia o sub-tópico: O estilo e a singularidade de cada um. Repita a solicitação de um voluntário para fazer a leitura em voz alta. Incentive a interpretação do grupo, intervindo na discussão com intensidade menor que a usada no primeiro parágrafo.

 

Repita o mesmo procedimento para o terceiro, quarto e quinto parágrafos. Ao fim da discussão, registre a definição de estilo na lousa.

 

 

Estilo = conjunto de elementos capazes de imprimir graus de valor às criações artísticas pelo emprego de meios apropriados de expressão, tendo em vista a produção estética.

 

 

 

Anime uma discussão sobre o conceito proposto e análise da sua aplicação ao estilo de vida, usando as seguintes igualdades, também registradas na lousa, em que os termos marcados com o ponto de interrogação são preenchidos mediante contribuições dos jovens.

 

Criações estéticas = vidas

Elementos capazes de imprimir valor à vida =  ?

Ou elementos capazes de transformar a vida em uma obra de arte =

·         ?

·         ?

·         ?

·         ?

 

 

 4. Apresentação individual 1

 

PEMBA - noite de luar na praia do Wimbe - Moçambique

PEMBA - noite de luar na praia do Wimbe - Moçambique

 

 

Em painel, antes do intervalo, promova a apresentação da primeira música escolhida por um dos jovens (dinâmica da música do participante). Os jovens, a cada oportunidade, por iniciativa individual, definem a ordem de apresentação. Antes de colocar sua música para tocar, o jovem revela o que considera a sua melhor qualidade e fala sobre o acontecimento da sua vida que foi fundamental no desenvolvimento dessa qualidade.

 
 

 

 

 

 

 

 

Como já foi observado na orientação para essa atividade, a fala pode ser eventualmente suprimida por opção do jovem. Mantida a versão mais dramática, a fala e a audição da própria música deverá ser em pé e na frente de todo o grupo.  Depois da audição da música, fixe duas tarjetas, uma com o nome do participante e outra com sua principal qualidade, lado a lado, abaixo do cartaz fixado na parede, iniciando o Mural das Qualidades Humanas daquela classe.

 

 

5. Apresentação individual 2

 Depois do intervalo, solicite a apresentação por um segundo jovem da sua música e de seu episódio de desenvolvimento da qualidade pessoal. Repita, nessa e nas demais apresentações individuais, o procedimento da primeira apresentação.

 

 

6. Qual é o meu estilo de vida?

 Inicie a situação de aprendizagem projetando o vídeo Por Acaso Gullar (Direção de Rodrigo Bittencourt e Marta Resende. Rio de Janeiro: Atitudes Produções, 2006. 1 vídeo (10 min), son., color. Disponível em: http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=4849 ).

 

Promova, depois, uma breve discussão do filme e dos atributos que conferem valor à vida de Gullar. Interrompa a discussão em um momento apropriado e solicite que, em cerca de 5 minutos, cada um se prepare para uma fala de 1 minuto (no máximo), sobre o seu estilo de vida ou sobre o que confere valor à sua vida, hoje.

 

Terminado o preparo, defina uma ordem para uma rodada de apresentações individuais: cada jovem diz o seu nome e verbaliza a fala preparada. Grave em vídeo a apresentação de cada jovem, se possível. No caso da gravação ser possível, o vídeo resultante pode ser editado e, eventualmente, usado na programação do evento de inserção profissional previsto para o final do programa Trilha Jovem.

 

7. Plano de vida e carreira 

 Ainda em painel, apresente as competências a serem desenvolvidas pela atividade de projeto.

Blossoming Almond Branch in a Glass with a Book - Van Gogh

 

Anuncie que, para o desenvolvimento das competências, será desenvolvido um projeto. Apresente a proposta do projeto a ser desenvolvido: cada jovem irá produzir um livro de arte, denominado: “Minha Vida, Minha Carreira”.

 

O livro será construído a partir do registro e da ilustração das atividades realizadas em sala de aula ou desenvolvidas autonomamente pelo jovem. O livro terá como função didática: o registro do Plano de Vida e Carreira; o registro dos exercícios desenvolvidos em sala (relacionados com a elaboração do Plano de Vida e Carreira) e constituir-se como objeto de identificação e apresentação de cada jovem.

 

 Cada livro deve ser uma obra de arte que apresenta e ilustra a construção de uma proposta de transformação da vida do autor em outra obra de arte. Para o trabalho, cada jovem contará com 30 folhas de papel A4 colorido e duas capas de acetato transparente. As capas poderão ser ilustradas e outros materiais poderão ser utilizados para compor a capa. O livro deverá ter um mínimo de 25 páginas. Os livros serão expostos no evento de inserção profissional, no encerramento do Trilha Jovem.

 

 Promova a discussão, adaptação e aprimoramento da proposta do projeto pela classe. Registre a versão final do projeto que será executado. Finalize a discussão da proposta de projeto, distribuindo o material necessário (folhas e capas) para os jovens.

 

Primeiras folhas do livro: Faça a sugestão para a(s) página(s) do livro que pode(m) representar a Aula 1/7: uma folha ilustrada que contenha o nome do jovem, a sua principal qualidade, uma breve descrição do acontecimento vital que a impulsionou e a letra da música escolhida. Ao final do programa, o Mural das Qualidades Humanas poderá ser o conteúdo de outra página.Observe, por fim, que as páginas não precisam ser organizadas na mesma seqüência das aulas, não precisam registrar passo a passo as suas atividades e nem ficar restritas ao conteúdo delas.

 

 Atenção: na seqüência dos planos, em vários momentos, sugere-se a inclusão de conteúdos no livro “Minha Vida, Minha carreira” e a utilização de suas páginas como recurso. Observe-se em geral, porém, que a decisão sobre a inclusão de conteúdos e sobre a utilização de suas páginas é, em última instância, do jovem.

Log Book: Apresente a proposta do Log Book para o Eixo III. Diferentemente dos outros Eixos, todos os participantes deverão registrar as atividades e redigir o Log Book, todos os dias. Para tanto, cada jovem receberá 30 folhas de papel sulfite para redigir o seu Log Book. A cada dia, um dos jovens será sorteado para fazer a leitura do seu relato da aula anterior.

  

 8. Apresentação individual 3 

 Solicite a apresentação, pelo terceiro jovem, de sua música, sua qualidade e seu acontecimento. Dê continuidade à construção do Mural das Qualidades Humanas.

 

Observações:

1.      Solicite que os jovens tragam, para a próxima aula, fotos e outras recordações que possam ilustrar uma linha do tempo da vida de cada um.

2.      Solicite aos jovens que ainda não fizeram a apresentação de sua música, que deixem a gravação da música na sala de aula ou a tragam em todas as aulas posteriores de PVC. 

 

 

Instrumentos e critérios de avaliação

§     Apresentações individuais de músicas.

§     Observações, sensações e relações estabelecidas a partir da atividade Estética de si.

§     Relação de atributos que conferem valor à vida.

§     Estilos de vida apresentados pelos jovens.

§     Melhorias efetuadas na proposta do Plano de Vida e Carreira.

 

 
 
 
 

 

 

 

Gestão Estratégica em Mercados Competitivos: Uma proposta para Pequenos e Médios Negócios 22 de setembro de 2008

 

I. Objetivos

 

 

O programa Gestão Estratégica em Mercados Competitivos objetiva proporcionar condições para que os participantes se desenvolvam em quatro direções fundamentais:

1. Promover o desenvolvimento sustentável (competência transversal)

2. Tornar a aprendizagem contínua parte integrante do trabalho operacional, técnico e gerencial (competência transversal).

3. Construir um posicionamento estratégico competitivo sustentável (competência central).

4. Elaborar o planejamento estratégico da organização (projeto e competência articuladora).

 

II. Competências de Gestão Estratégica a Serem Desenvolvidas

chicagoantiquemarket.com
chicagoantiquemarket.com

Após a realização do programa, o participante terá elaborado e estará apto a implementar um planejamento estratégico para o seu negócio, envolvendo:

1. Analisar o seu mercado, sua segmentação e suas tendências.

  • Localizar e acessar diversificadas fontes de informação sobre o mercado.
  • Segmentar o mercado.
  • Identificar e projetar tendências para segmentos específicos de mercado.

2. Definir e Implementar uma Proposta de Valor.

  • Analisar o seu ambiente competitivo (olhar para fora).
  • Analisar potencialidades e fragilidades do empreendimento (olhar para dentro).
  • Escolher uma ênfase estratégica: excelência operacional, liderança de produto ou afinidades com o cliente.

3. Estabelecer uma nova Cultura de Negócio.

  • Definir os produtos e serviços associados à Proposta de Valor.
  • Comunicar a Proposta de Valor.
  • Prever e desenvolver as competências necessárias para a entrega dos produtos e serviços associados à Proposta de Valor.

4. Utilizar um Mapa de Indicadores Estratégicos.

 

III. Organização do Programa

O programa será estruturado em quatro módulos, sendo um presencial e três a distância, conforme é detalhado no quadro abaixo.

Módulos

forma de desenvolvimento

duração

I. Posicionamento Competitivo Sustentável.

Presencial

8

II. Proposta de Valor.

A distância

8

III. Nova Cultura de Negócio.

A distância

16

IV. Mapa de Indicadores Estratégicos.

A distância

8

 

IV. Distribuição das Competências de Gestão Estratégica pelos Módulos

 

COMPETÊNCIAS

Módulos

I

II

III

IV

Promover o desenvolvimento sustentável do turismo

 

 

 

 

Tornar a aprendizagem contínua parte integrante do trabalho operacional, técnico e gerencial.

 

 

 

 

Assumir um posicionamento estratégico competitivo.

 

 

 

 

 Elaborar o planejamento estratégico.

 

 

 

 

Localizar e acessar diversificadas fontes de informação sobre o mercado.

 

 

 

 

Segmentar o mercado.

 

 

 

 

Identificar e projetar tendências para segmentos específicos de mercado.

 

 

 

 

Analisar o seu ambiente competitivo (olhar para fora).

 

 

 

 

Analisar potencialidades e fragilidades do empreendimento (olhar para dentro).

 

 

 

 

Escolher uma ênfase estratégica: excelência operacional, liderança de produto ou afinidades com o cliente.

 

 

 

 

Definir os produtos e serviços associados à Proposta de Valor.

 

 

 

 

Comunicar a Proposta de Valor.

 

 

 

 

Prever e desenvolver as competências necessárias para a entrega dos produtos e serviços associados à Proposta de Valor.

 

 

 

 

Utilizar um mapa de indicadores estratégicos

 

 

 

 

 

V. Indicações Metodológicas

 

2002, Metodologia Visual, Saboya, Frank Barral, Madeira e Metal, Leticia Baião, Isabel Bahiana
Saboya, Frank Barral ,2002, Metodologia Visual,

Para o desenvolvimento do programa Gestão Estratégica de Pequenos Negócios serão adotadas as seguintes indicações metodológicas :

 

Projeto, atividades, desafios e problemas: Toda atividade (presencial ou a distância) será constituída em torno de um projeto, de uma vivência (caso, jogo ou dinâmica), de um desafio e/ou de um problema que são propostos a cada participante, aos pequenos grupos ou ao grupo total de participantes. Tais projetos, vivências, problemas ou desafios devem exigir o exercício das competências de gestão estratégica a serem constituídas

 

Atividade dos participantes: O projeto, a vivência, o desafio e/ou o problema proposto exigirão essencialmente a atividade do(s) participante(s). Eles serão o eixo de estratégias que ainda envolvem: o aquecimento para a ação; a reflexão sobre a ação desenvolvida, a análise de seu desenvolvimento e de seus resultados, a sistematização e generalização do conhecimento obtido e a sua aplicação em outras situações similares de gestão estratégica. A reflexão, a análise, a sistematização, a generalização e aplicação dos conhecimentos devem ser feitas também pelos participantes, apoiados e assistidos pelos coordenadores das atividades.

 

 Pesquisa e busca individual e coletiva de conhecimento: As atividades devem desencadear a busca individual e coletiva e o intercâmbio dos conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à constituição das competências de gestão estratégica e à elaboração do plano estratégico. Assim, a constituição das competências ocorrerá no mesmo e sinérgico movimento de construção dos conhecimentos, de aquisição das habilidades e apropriação das atitudes necessárias à gestão estratégica.

 

 Referências e experiências dos participantes: As atividades propiciarão uma mobilização e atualização dos conhecimentos, habilidades e atitudes já presentes no participante ou no grupo. Suscitarão a troca e o compartilhar dos saberes já presentes. Na situação grupal, a troca antecede ou, pelo menos, será simultânea à busca e à construção de conhecimentos, habilidades e atitudes novas e distantes da experiência grupal.

 

 Vivências de situações reais: Além da situação de aprendizagem requerer a competência, ela será proposta no contexto  do enfrentamento concreto dos problemas que demandam uma determinada competência. As competências  a serem desenvolvidas são as requerida para enfrentar os desafios e problemas cotidianos e inusitados da getão estratégica em um ambiente competitivo.

 

 Explicitação dos resultados: Para cada atividade, os resultados a serem obtidos serão claramente explícitados. As orientações para as atividades devem claramente facilitar os resultados esperados. Tais resultados devem ser, ainda, evidentemente referenciados às competências a serem constituídas e ao plano estratégico a ser elaborado.

 

 Projeto articulador: Um amplo projeto articulará o Programa: elaborar o planejamento estratégico do empreendimento sob responsabilidade do participante. O projeto proporcionará experiências reais e diversificadas que aproximarão o participante da sua realidade de seu trabalho e das necessidades de ajuste às tendências de mercado. Nele, ele poderá vivenciar, experimentar e integrar as competências de gestão estratégica em desenvolvimento.

 

Papel dos coordenadores do Programa: Aos coordenadores caberá o papel de facilitador, animador, conselheiro e companheiro de busca. Coordenadores e participantes estarão unidos na busca do desenvolvimento de suas competências para a gestão estratégica, mediados pela ação requerida pelas atividades propostas e pela reflexão sobre elas.

 

Situações contínuas de auto-avaliação: O desenho das atividades preverá freqüentes momentos de auto-avaliação. Tais momentos podem ser individuais e/ou coletivos em função da natureza do projeto, vivência, desafio ou problema proposto. Os resultados claramente definidos de início e sempre referenciados às competências a serem constituídas orientarão essas situações de auto-avaliação.

 

Autonomia e espírito de equipe: As atividades suscitadas pelos projetos, pelas vivências e pelos problemas e desafios, sempre que possível, combinarão momentos de trabalho individual e momentos em trabalho em equipe. Em uma situação ou outra, no entanto, a autonomia na busca da aprendizagem e a busca coletiva de soluções sempre serão estimuladas. Nos módulos a distância, a equipe será ampliada de forma a envolver os colaboradores da organização de cada participante.

 

Estímulo a soluções criativas: Nas atividades, o trabalho sempre será orientado para a busca de soluções criativas, entendidas como a procura de novos, mais sustentáveis, mais competitivos, mais produtivos e encantadores modos de prestação de serviços.

 

VI. Desenvolvimento da Parte Presencial

 

 

O Desenvolvimento do Programa, em sua parte presencial, envolve um encontro de 8 horas com todos os participantes,  oriundos de distintos pequenos negócios. O Módulo I – Posicionamento Competitivo Sustentável – será dividido em duas sessões de quatro horas de duração em cada uma. Dois quadros-síntese, apresentados abaixo, resumem o desenvolvimento das sessões.

Um encontro presencial será marcado sempre que for constituído um grupo de, no mínimo, 10 interessados. Para manifestar o seu interesse, o Fale Conosco poderá ser utilizado.

 

 

 

 

 

 

 

Módulo I: posicionamento competitivo sustentável

 Sessão 1/2 – 4 horas

Competências

Situação de Trabalho

Recursos

Tempo

Promover o desenvolvimento sustentável.

Tornar a aprendizagem contínua parte integrante do trabalho operacional, técnico e gerencial.

Analisar o mercado, sua segmentação e suas tendências.

 

1. Preparação do cenário

Giz ou Fita crepe. Tarjetas em quatro cores.

Antes do início da sessão

2. Aquecimento e apresentação.

CDs. Slides, texto de Plano de Curso.

90’

INTERVALO

15’

3. O circuito dos elementos.

Som, CDs. Slides. Textos de apoio. Tarjetas, pincéis atômicos e fita crepe.

130’

4. Encerramento com círculo de energia.

Som e CD.

5’

          

Módulo I: Posicionamento Competitivo Sustentável

     Sessão 2/2 – 4 horas

Competências

Situação de Aprendizagem

Recursos

Tempo

Promover o desenvolvimento sustentável.

Tornar a aprendizagem contínua parte integrante do trabalho operacional, técnico e gerencial.

Analisar o mercado, sua segmentação e suas tendências.

 

1. Aquecimento

Som e CD.

20’

2. A quinta essência.

 

100’

INTERVALO

15’

3. A dança dos elementos e das mudanças.

 

90’

4. Circulo de energia, com a última palavra.

 

15’

         

 

VI. Desenvolvimento da Parte a Distância

O desenvolvimento da parte a distância será realizado individualmente,  com apoio dos coordenadores.  O desenvolvimento dos Módulos I, II e III dará origem a um material organizado de acordo com as exigências tecnológicas da educação a distância via Internet e meios complementares ou alternativos. Sempre que necessário um encontro presencial com um coordenador será agendado.

 

VII. Metodologia de Acompanhamento e Avaliação

Foto Kiki

O acompanhamento e avaliação dos participantes serão contínuos, sistemáticos e adequados a um programa  centrado no desenvolvimento de competências de gestão estratégica. Para tanto, a metodologia de acompanhamento e avaliação deverá:

• Verificar se as competências previstas estão sendo desenvolvidas pelos participantes.

• Usar a relação de competências de cada módulo como a base dos instrumentos de acompanhamento e avaliação dos participantes.

• Criar condições para a avaliação e auto-avaliação de todos os envolvidos no processo;

• Usar os resultados da avaliação para, com os participantes, tomar decisões de continuidade ou mudança.

 

No estabelecimento de critérios e procedimentos de avaliação, pelo menos quatro dimensões serão consideradas:

A proposta do Programa. É importante que a qualidade do Programa seja continuamente avaliada por todos.

A aprendizagem. É fundamental que a avaliação seja centrada na constituição e desenvolvimento das competências de gestão estratégica previstas.

Os impactos no trabalho. É importante avaliar as conseqüências do Programa no trabalho dos particiapntes.

Os impactos econômicos e sociais. Nesta dimensão, importa saber as conseqüências do Programa no desempenho competitivo das empresas e no desenvolvimento sustentável da comunidade em que ele foi desenvolvido (emprego, geração de renda, melhorias ambientais, etc).

 

Para mais informações, clique aqui.

 

Trilha Jovem na Campanha “Vote Cataratas” 29 de agosto de 2008

 

 

Na Germinal, acreditamos que a aprendizagem é mais efetiva quando o educando é incitado ao engajamento em uma ação concreta, criatiava e/ou transformadora. A Germinal procura imprimir esssa marca em todos os projetos que apoia. Neste blog, você pode encontrar inúmeros exemplos desta prática e de seus resultados. A notícia que postamos a seguir, veiculada no Portal H2FOZ, mostra os alunos do Projeto Trilha Jovem envolvidos com questões relevantes da sua comundidade e do setor econômico para o qual estão sendo preparados. 

 

Para saber mais sobre o Trilha Jovem, clique aqui. Para conhecer amostras do trabalho desenvolvido pela Germinal para o Trilha Jovem, clique aqui.

 

Ponte reforça campanha “Vote Cataratas”

 

 
  A partir desta quinta-feira, dia 28, quem passar pela aduana da Ponte da Amizade, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, poderá ajudar a eleger as Cataratas do Iguaçu como uma das Novas Sete Novas Maravilhas da Natureza. Às 9 horas, a campanha “Vote Cataratas do Iguaçu – Esta maravilha é nossa” ganhará um novo reforço com a inauguração de mais dois pontos de votação em um quiosque instalado na alfândega.  A solenidade contará com a presença de representantes do trade turístico da região, da Receita Federal, do Conselho e da Secretaria Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, do Parque Nacional do Iguaçu e da Itaipu. Apenas na aduana, por onde circulam cerca de 4 mil pessoas diariamente, os promotores da campanha esperam receber mais de 60 mil votos até o fim de dezembro.  Para facilitar a votação, os novos quiosques se somam aos que já estão instalados no Parque Nacional do Iguaçu (nos lados brasileiro e argentino), no Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu e no Cataratas JL Shopping. Há, ainda, um terminal itinerante que é levado a diversos eventos em Foz do Iguaçu. 

 

Em cada ponto de votação, integrantes do Projeto Trilha Jovem – realizado pelo Instituto Pólo Internacional Iguassu, com o apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) – orientam turistas e moradores sobre os procedimentos para votação e a importância da campanha para a cidade.

 

Terceira no ranking
Nesta quarta-feira, dia 27, as Cataratas do Iguaçu, Patrimônio da Humanidade e segundo destino turístico mais visitado do Brasil, ocupavam a terceira posição na votação, a melhor que já alcançou até o momento. A atração brasileira e argentina concorre com centenas de outros paraísos naturais, de todos os continentes. À frente da “Iguazu Falls” estão apenas a praia de Cox’s Bazar, em Bangladesh, e a Floresta Sundarbans, de Índia e Bangladesh. A competição é organizada pela ONG suíça New Seven Wonders. 

 

As cataratas precisam terminar a primeira fase da eleição, que se encerra no dia 31 de dezembro deste ano, entre as 21 primeiras colocadas. Elas se classificarão para uma espécie de “segundo turno”, em 2009. O resultado final sairá em 2010. Para votar nas cataratas, basta acessar o site www.votecataratas.com e seguir a orientação. 

 

 
%d blogueiros gostam disto: